Meu único poema até então que dedicarei a alguèm...

 

 

Divagando nestes sonhos

 

 

Meu vício certo, pensar nestas palavras...

 

Degustando esdruxulamente a esperança,

Que  evade do seu discurso mudo.

Talvez seus olhos não falassem tanto

Se não chorassem menos.

 

Vejo agora o brilho da tristeza

Da paixão não consumada

Da frase travada na boca,

Do beijo preso neste sonho,

Do abraço preciso do desprezo

 

Vou divagando então nas lembranças

De um pretérito ainda futuro

De pretender de ter um dia.

 

 

 

                                                    JONATHAS FRAGOSO CARVALHO

                                                                                28.07.2006

 

 

Depois de muitos séculos sem alguma publicacão

Volto com alguns poucos versos

Complicados

Secos

Vazios

e meus!

                                                 

 

PRETA

 

A porta que se abre.

O portão que se fecha.

O brilho que se ofusca.

O medo com a noite, Preta.

 

Ah! Preta!

Vá com sua tristeza

A porta que te acolhe

É a que te despreza.

Náuseas vômitos e porcarias

Misturam-se com sua imagem,

Que já não é tão boa.

Por que vives a toa!?

Meus braços que te espancam

Já te deram carinho,

Mas me deixaste sozinho

Foi quando noite caiu

Sem sentimentos me traiu

Você não me obedeceu

Não me obedeceu.

Sabe preta,

Para mim, tudo acabou!

 

                                                                       JONATHAS FRAGOSO CARVALHO

[ ver mensagens anteriores ]